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Projeto de ensino,
pesquisa, extensão:
"Música
Antiga na UFPR"
Responsável:
Silvana Scarinci
Datas de
início e término:
Periodicidade
anual, acontecendo de março a dezembro.
Objetivos:
Fomentar a produção
de música historicamente informada na UFPR através
de concertos e óperas barrocas.
Métodos:
Estudo, pesquisa
e performance de repertório antigo (renascimento e
barroco)
Recursos:
Do Departamento
de Artes, do SCHLA, da PRPPG, de editais disponíveis
dentro da UFPR; editais externos; Leis de incentivo à
cultura, etc.
Cronograma:
março:
levantamento de repertório;
abril
a setembro: estudos teóricos e práticos
do repertório em questão;
outubro
a novembro: apresentações e colóquio
internacional.
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| Docentes
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Silvana Scarinci
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Silvana Scarinci estuda a música do século
XVII, principalmente a música vocal italiana,
sob perspectivas interdisciplinares, com ênfase
em literatura, gênero e a tradição
clássica. Recebeu bolsa da FAPESP e FAPEMIG
do mestrado ao pós-doutorado (UNICAMP e UFMG),
com estágio, sob a orientação
de Stefano La Via, da Scuola di Paleografia e Filologia
Musicale da Universitá di Pavia, Cremona, Itália.
Publicou o livro e CD Safo Novella: uma poética
do abandono nos lamentos de Barbara Strozzi (Veneza,
1619 – 1677) (EDUSP e ALGOL editoras, 2008).
Paralelamente às atividades teóricas
de musicologia, é uma ativa alaudista, dedicando-se
principalmente aos repertórios dos séculos
XVI e XVII inglês, italiano e francês.
Dirige cantores em diversas formações
vocais, do madrigal elisabetano à ópera
italiana do século XVII, com ênfase em
Campion, Monteverdi e Cavalli. É convidada
com freqüência a ministrar máster-classes
e workshops em ópera barroca e música
vocal no Brasil e exterior. É coordenadora
do Laboratório de Música Antiga da UFPR,
responsável pela produção de
pesquisa e performance na área; o projeto,
entre várias atividades de pesquisa, inclui
a publicação e interpretação
de obras raras: em 2010 produziram a edição
e apresentação da ópera La Didone
de Francesco Cavalli e em 2011, a apresentação
de Didon, de Henry Desmarest, cuja encenação
foi feita pela primeira vez desde sua estréia
em 1693.
Silvana estudou violão clássico com
Álvaro Pierri e alaúde com Vincent Dumestre
e Nigel North; participou de diversos cursos e festivais,
com Hopkinson Smith, Jakob Lindberg, Eduardo Egüez
e Eugene Ferré, entre outros.
Apresentou-se extensamente no Brasil e Estados Unidos.
Ainda como violonista, recebeu prêmios em ambos
os países, destacando-se o prêmio de
música de câmara, com a flautista Claudia
Anderson, da Associação norte-americana
National Flute Association, em 1989. Em 2001, fundou
o grupo Anima Fortis, premiado pela associação
norte-americana Early Music América em 2002.
O grupo apresentou-se no Bloomington Early Music Festival
(2001, Indiana) e Berkeley Early Music Festival (2002,
Califórnia).
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